Por muito tempo as crianças foram tratadas na literatura e mesmo no
dia-a-dia da humanidade como pequenos seres desprovidos de vontade
própria. Hoje a criança já foi elevada para uma classificação mais
adequada. Entretanto, as arbitrariedades contra essas crianças continuam
sendo praticadas. Além das péssimas condições de vida, muitas ainda são
obrigadas a suportar as violências dos adultos, normalmente pessoas
também marginalizadas ou apenas doentes, que aproveitam a fraqueza
infantil, para exercer um certo poder. Por isso, devemos esperar que a Declaração Universal dos Direitos da Criança seja colocada em
prática de forma plena. A criança sofre muito as consequências de tudo,
justamente por sua condição de estar aberta a todo tipo de influência. O
homem é o ser que tem a infância mais longa, sendo por isso
extremamente dependente. Assim, as relações pessoais tem enorme
importância no processo de desenvovimento da criança.
Os mitos, os tabus e as neuroses acabaram transformando a alimentação, de ato natural, em um problema complexo e delicado. Mães vivem preocupadas com a saúde de seus filhos e tem o hábito de relacioná-la com a quantidade de alimentos consumidos. Elas se esquecem, entretanto, que obesidade não é sinônimo de saúde.
Nos últimos 50 anos os conceitos sobre o peso das crianças mudaram bastante. Vários são os fatores que determinam o peso da criança. Há os de caráter ambiental e aqueles que são de consequência das condições físicas e fisiológicas da gestante. Por exemplo: uma mãe diabética poderá dar a luz a um bebê com mais de 4 quilos. Pediatras costumam afirmar que a vida da criança que nasce muito obesa será, fatalmente complicada. Células gordurosas de seu organismo solicitarão uma alimentação reforçada, e será provável que a obesidade o acompanhe durante toda a vida.
Embora o sonho da maioria das mães seja ter um bebê robusto e cheio de dobrinhas na pele, os cuidados com o filho rechonchudo demais devem ser os mesmos que se dão aquele que está abaixo da tabela estabelecida pelo pediatra.
A criança excessivamente gorda tende a se tornar um adulto obeso, forte candidato a hipertensão arterial, problemas vasculares e outras moléstias que coexistem com a obesidade. Isto porque células adiposas (de gordura) não diminuem em número, ao contrário aumentam sempre. Elas podem diminuir de tamanho, mas crescem novamente e com facilidade, daí a dificuldade de se manter o peso normal indicado para cada perfil de individuo.
A alimentação, um ato natural, não deveria constituir o menor problema se não estivesse cercada por tantas singularidades. Quem tem fome come, é esta a lógica da sobrevivência. Costuma-se muito observar em mães, principalmente as inexperientes, acreditarem que seu filho não mama de maneira correta. Na verdade esta preocupação costuma ter fundo psicológico: a mulher estaria desejando interromper a amamentação, mas recusa-se a aceitar esta sua vontade. Prefere então, considerar fraco e insuficiente o seu leite e "inventa" uma série de problemas.
Antes de tudo é necessário saber que cada indivíduo possui as suas próprias necessidades, e que são inteiramente diferentes das dos outros. Uns comem mais, outros comem menos; uns engordam mais, outros menos. Mas também pode acontecer o contrário. Forçar uma criança a se alimentar poderá trazer problemas futuros. Veja, se você não quer comer, com certeza faltou apetite ou até quem sabe, você não simpatizou-se com o prato. E você não gostaria se alguém o forçasse a comer. Isso acontece também com as crianças.
Ela passará a considerar como uma agressão um ato que deveria ser tão natural. Relacionará o comer com fatos desagradáveis. Alimentar-se é uma necessidade que a criança tem para com ela mesma e portanto, deve faze-lo quando tiver vontade. Com o tempo, ela descobrirá que se alimentar pode trazer muitas preocupações aos pais e assim poderá começar a fazer chantagens: "Eu como, mas você tem que fazer isto". As exigências poderão alcançar um nível insuportável. Cabe à mãe o dever de mostrar ao seu filho que comer é normal. Se ele se recusar a fazê-lo não se preocupe: onde há comida não se morre de fome.
Quando uma criança não quer comer pode ser que se trate de alguma doença orgânica, entretanto, muitos outros fatores podem estar influindo nessa atitude de repulsa. E são tão variados que, diante do problema, não se pode estabelecer padrões de procedimento. Há casos de babás e mães que, sem maiores problemas conseguem que as crianças comam na base de intimidação. Sabe-se que nem sempre esses procedimentos tem efeitos prejudiciais no desenvolvimento da personalidade infantil. Entretanto, sabe-se também que o risco de provocar tais efeitos é grande, assim como pode modelar a formação do caráter da criança.
São conhecidos também os inconvenientes dos procedimentos contrastantes quando a criança é tratada por duas ou mais pessoas ao mesmo tempo. Às vezes, a mãe é condescendente e o pai é repressivo. A criança sofre com a contradição dos dois estilos.
A reação negativa diante do alimento é natural por ocasião do desmame, e posteriormente com as mudanças e variações da dieta no processo de crescimento. Ela se torna problema maior quando a frequência for insistente, ou associada justamente a pressões punitivas. O bom humor para lidar com esta situação é fator importante de equilibrio para as pessoas que se relacionam com estas crianças, pois estas têm a tendência a copiar suas atitudes. É aconselhável lembrar nessas horas que a alimentação deve ser uma ocasião agradável, um prazer, e não um pesadelo para as crianças.
As crianças cujas necessidades orgânicas são satisfeitas diariamente pela ingestão de alimentos adequados, tem boa saúde, e a demonstram por meio de certos sinais. Têm músculos fortes, boa postura, pele elástica, cabelos sedosos e olhos vivos. Possuem bom apetite e dormem bem. Sua digestão é boa e as evacuações normais. Não se cansam facilmente. Gostam de brincar, são ativas e têm interesse pelo seu ambiente.
Apesar de um regime alimentar adequado ser essencial à manutenção da saúde, é preciso lembrar sempre que esta depende, também de outros fatores. As crianças devem brincar fora de casa, ao ar livre, exceto em condições climáticas inapropriadas. O jogos que fazem com que a criança se movimente são bons para manter o organismo em boas condições de saúde e servem para estimular o apetite. O repouso porém, é indispensável, servindo para contrabalançar os exercícios de maior queima de energia. A criança, principalmente o adolescente que gosta de ouvir música, ler um livro, ou simplesmente ficar deitado a sonhar, pode ser considerado feliz, pois o organismo precisa tanto de exercícios como de repouso para manter-se em perfeito estado de funcionamento.
Os mitos, os tabus e as neuroses acabaram transformando a alimentação, de ato natural, em um problema complexo e delicado. Mães vivem preocupadas com a saúde de seus filhos e tem o hábito de relacioná-la com a quantidade de alimentos consumidos. Elas se esquecem, entretanto, que obesidade não é sinônimo de saúde.
Nos últimos 50 anos os conceitos sobre o peso das crianças mudaram bastante. Vários são os fatores que determinam o peso da criança. Há os de caráter ambiental e aqueles que são de consequência das condições físicas e fisiológicas da gestante. Por exemplo: uma mãe diabética poderá dar a luz a um bebê com mais de 4 quilos. Pediatras costumam afirmar que a vida da criança que nasce muito obesa será, fatalmente complicada. Células gordurosas de seu organismo solicitarão uma alimentação reforçada, e será provável que a obesidade o acompanhe durante toda a vida.
Embora o sonho da maioria das mães seja ter um bebê robusto e cheio de dobrinhas na pele, os cuidados com o filho rechonchudo demais devem ser os mesmos que se dão aquele que está abaixo da tabela estabelecida pelo pediatra.
A criança excessivamente gorda tende a se tornar um adulto obeso, forte candidato a hipertensão arterial, problemas vasculares e outras moléstias que coexistem com a obesidade. Isto porque células adiposas (de gordura) não diminuem em número, ao contrário aumentam sempre. Elas podem diminuir de tamanho, mas crescem novamente e com facilidade, daí a dificuldade de se manter o peso normal indicado para cada perfil de individuo.
A alimentação, um ato natural, não deveria constituir o menor problema se não estivesse cercada por tantas singularidades. Quem tem fome come, é esta a lógica da sobrevivência. Costuma-se muito observar em mães, principalmente as inexperientes, acreditarem que seu filho não mama de maneira correta. Na verdade esta preocupação costuma ter fundo psicológico: a mulher estaria desejando interromper a amamentação, mas recusa-se a aceitar esta sua vontade. Prefere então, considerar fraco e insuficiente o seu leite e "inventa" uma série de problemas.
Antes de tudo é necessário saber que cada indivíduo possui as suas próprias necessidades, e que são inteiramente diferentes das dos outros. Uns comem mais, outros comem menos; uns engordam mais, outros menos. Mas também pode acontecer o contrário. Forçar uma criança a se alimentar poderá trazer problemas futuros. Veja, se você não quer comer, com certeza faltou apetite ou até quem sabe, você não simpatizou-se com o prato. E você não gostaria se alguém o forçasse a comer. Isso acontece também com as crianças.
Ela passará a considerar como uma agressão um ato que deveria ser tão natural. Relacionará o comer com fatos desagradáveis. Alimentar-se é uma necessidade que a criança tem para com ela mesma e portanto, deve faze-lo quando tiver vontade. Com o tempo, ela descobrirá que se alimentar pode trazer muitas preocupações aos pais e assim poderá começar a fazer chantagens: "Eu como, mas você tem que fazer isto". As exigências poderão alcançar um nível insuportável. Cabe à mãe o dever de mostrar ao seu filho que comer é normal. Se ele se recusar a fazê-lo não se preocupe: onde há comida não se morre de fome.
Quando uma criança não quer comer pode ser que se trate de alguma doença orgânica, entretanto, muitos outros fatores podem estar influindo nessa atitude de repulsa. E são tão variados que, diante do problema, não se pode estabelecer padrões de procedimento. Há casos de babás e mães que, sem maiores problemas conseguem que as crianças comam na base de intimidação. Sabe-se que nem sempre esses procedimentos tem efeitos prejudiciais no desenvolvimento da personalidade infantil. Entretanto, sabe-se também que o risco de provocar tais efeitos é grande, assim como pode modelar a formação do caráter da criança.
São conhecidos também os inconvenientes dos procedimentos contrastantes quando a criança é tratada por duas ou mais pessoas ao mesmo tempo. Às vezes, a mãe é condescendente e o pai é repressivo. A criança sofre com a contradição dos dois estilos.
A reação negativa diante do alimento é natural por ocasião do desmame, e posteriormente com as mudanças e variações da dieta no processo de crescimento. Ela se torna problema maior quando a frequência for insistente, ou associada justamente a pressões punitivas. O bom humor para lidar com esta situação é fator importante de equilibrio para as pessoas que se relacionam com estas crianças, pois estas têm a tendência a copiar suas atitudes. É aconselhável lembrar nessas horas que a alimentação deve ser uma ocasião agradável, um prazer, e não um pesadelo para as crianças.
As crianças cujas necessidades orgânicas são satisfeitas diariamente pela ingestão de alimentos adequados, tem boa saúde, e a demonstram por meio de certos sinais. Têm músculos fortes, boa postura, pele elástica, cabelos sedosos e olhos vivos. Possuem bom apetite e dormem bem. Sua digestão é boa e as evacuações normais. Não se cansam facilmente. Gostam de brincar, são ativas e têm interesse pelo seu ambiente.
Apesar de um regime alimentar adequado ser essencial à manutenção da saúde, é preciso lembrar sempre que esta depende, também de outros fatores. As crianças devem brincar fora de casa, ao ar livre, exceto em condições climáticas inapropriadas. O jogos que fazem com que a criança se movimente são bons para manter o organismo em boas condições de saúde e servem para estimular o apetite. O repouso porém, é indispensável, servindo para contrabalançar os exercícios de maior queima de energia. A criança, principalmente o adolescente que gosta de ouvir música, ler um livro, ou simplesmente ficar deitado a sonhar, pode ser considerado feliz, pois o organismo precisa tanto de exercícios como de repouso para manter-se em perfeito estado de funcionamento.
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Contato: (31) 984093040
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